7 de maio de 2011

Unção do Leão, a Revolução

Aproveitando a ocasião, acabamos de completar 2 anos de Não, Obrigado!, e somos muito gratos por sua visita e seus comentários.


Que Deus os abençoe sempre!

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4 de maio de 2011

Porque podemos ter certeza da salvação


Os estudiosos dizem que a Carta de Paulo aos Romanos é a cordilheira do Himalaia de toda a revelação bíblica. Se Romanos é a cordilheira do Himalaia, então, Romanos 8 é o pico do Everest. Em Romanos 8.29,30 Paulo faz cinco afirmações gloriosas, que são o fundamento da certeza da nossa salvação.

1. Deus nos conhece de antemão (Rm 8.29). Antes de Deus lançar os fundamentos da terra, acender as estrelas no firmamento e chamar à existência as coisas que não existiam, Deus já havia colocado o seu amor em nós, e nos conhecido como seu povo amado. O verbo conhecer tem o mesmo significado de “amar”. O amor de Deus é eterno, imutável e incondicional. Ele nos amou em Cristo, seu Filho amado, desde toda a eternidade.
2. Deus nos predestina para a salvação (Rm 8.30). Não fomos nós que escolhemos a Deus, foi ele quem nos escolheu. Nós amamos a Deus porque ele nos amou primeiro. Deus nos predestinou não porque previu que iríamos crer em Cristo, cremos em Cristo porque ele nos predestinou. A fé não é causa da eleição divina, é sua consequência. Eu não fui eleito porque cri, eu cri porque fui eleito. Deus não nos predestinou porque previu que iríamos ser santos. Nós fomos eleitos não por causa da santidade, mas para sermos santos e irrepreensíveis. A santidade não é a causa da eleição, mas seu resultado. Deus não nos elegeu para a salvação porque previu nossas boas obras, mas fomos criados em Cristo Jesus para as boas obras. As boas obras não são a causa da predestinação, mas sua consequência. A nossa salvação é obra exclusiva de Deus para que toda a glória pertença a Deus.
3. Deus nos chama com santa vocação (Rm 8.30). Aqueles a quem Deus conhece e predestina, a esses também Deus chama e chama eficazmente. Há dois chamados: um externo e outro interno; um geral e outro específicio; um dirigido aos ouvidos e outro dirigido ao coração. Jesus diz que as suas ovelhas ouvem a sua voz e o seguem. A voz de Deus é poderosa. Os eleitos de Deus podem até resistir a essa voz temporariamente, mas não finalmente. O mesmo Deus que nos elege na eternidade, tira as vendas dos nossos olhos, o tampão dos nossos ouvidos, retira o nosso coração de pedra e nos dá um coração de carne. Ele mesmo opera em nós o querer e o realizar, abrindo nosso coração, dando-nos o arrependimento para a vida e a fé salvadora.
4. Deus nos justifica conforme sua graça (Rm 8.30). Aos que Deus conhece, predestina e chama, também justifica. A justificação é um ato e não um processo. Acontece fora de nós, no tribunal de Deus, e não em nós. A justificação não tem graus, todos os que creem em Cristo estão justificados de igual modo diante do tribunal de Deus, por causa do sacrifício substitutivo de Cristo. Aqueles que estão justificados estão quites com a justiça de Deus e com as demandas da lei de Deus. Não pesa sobre eles mais nenhuma condenação. Toda a infinita justiça de Cristo é deposita em sua conta.
5. Deus nos glorifica para a bem-aventurança eterna (Rm 8.30). Aqueles que são amados e predestinados na eternidade e salvos no tempo desfrutarão da bem-aventurança eterna. Embora, a glorificação dos salvos seja um fato futuro, que se dará na segunda vinda de Cristo, na mente de Deus e nos decretos de Deus já é um fato consumado. Aqueles que crêem em Cristo e estão guardados nele têm a garantia do céu. Nada nem ninguém poderá nos separar do amor de Deus que está em Cristo. O apóstolo Paulo diz que aquele que começou a boa obra em nós, há de completá-la até o dia de Cristo Jesus. Que Deus seja louvado por tão grande salvação!
Por Hernandes Dias Lopes
Publicado no Hospital da Alma,via Bereianos.

21 de abril de 2011

O Evangelho em 3 Minutos - A Páscoa

Espero que você não esteja aí achando que a Páscoa tem tudo a ver com chocolate, ovo, coelho e comer peixe. A Páscoa não é nada disso. Veja uma meditação bastante interessante sobre a origem e o significado desta celebração para judeus e cristãos. 

O conteúdo do vídeo está transcrito abaixo.



Leitura: Mateus 26:17-30


Era o primeiro dia da Festa dos pães sem fermento, que fazia parte das comemorações da Páscoa dos judeus. A Páscoa foi a celebração instituída por Deus antes da última das dez pragas que caíram sobre o Egito por faraó ter se recusado a libertar os israelitas da escravidão.

Naquela ocasião cada família sacrificou um cordeiro e passou o seu sangue no batente da porta. Enquanto os israelitas comiam o cordeiro assado dentro da casa, o anjo do Senhor passou sobre o Egito trazendo consigo o último dos dez juízos de Deus contra o Egito, a morte dos primogênitos. As casas cujas portas estavam assinaladas com sangue foram poupadas. O sangue indicava que ali um cordeiro já tinha morrido no lugar do primogênito. A palavra "páscoa" significa "passar por cima".

Li uma história da 2ª Guerra Mundial que falava de uma aldeia na Europa que foi invadida por um grupo de soldados dispostos a eliminar seus moradores. A missão de cada soldado era entrar nas casas, matar todos e, na saída, deixar na porta uma marca com o sangue das vítimas, para que os outros soldados não perdesse seu tempo entrando ali.

Um morador percebeu o estratagema, correu para sua casa, matou um animal e fez o sinal de sangue na porta. Ele e sua família foram poupados. Hoje, quando Deus olha para humanidade, vê duas classes de pessoas: os pecadores salvos, que foram assinalados pelo sangue do Cordeiro de Deus quando creram em Jesus, e aqueles que ainda estão sujeitas ao juízo reservado aos pecadores que não foram salvos.

Muitas coisas que você lê no Antigo Testamento são símbolos de Cristo, e a Páscoa é uma delas. O derradeiro Cordeiro de Deus já foi morto no lugar do pecador, e o seu sangue está agora disponível para assinalar todo aquele que decidir crer em Jesus. Os israelitas naquela noite fatídica no Egito só tinham uma forma de se proteger do juízo de Deus: o sangue de um cordeiro. Você hoje só tem um meio de escapar do juízo eterno: o sangue do Cordeiro.

Portanto, qualquer mensagem chamada de "evangelho" que não fale do sangue de Jesus, o Cordeiro de Deus, como único meio de salvação, não é o evangelho que você encontra na Bíblia. Qualquer mensagem que fale de salvação baseada em boas obras exclui o sangue do Cordeiro. A carta aos Hebreus diz que "sem derramamento de sangue não há remissão [retirada] de pecados".

Naquela noite todas as famílias no Egito perderam seus primogênitos, exceto aquelas identificadas pelo sangue do cordeiro. Deus havia prometido que, quando visse o sangue, passaria por cima daquela casa. E em você, o que Deus vê? Seus pecados ou o sangue de Jesus, o Cordeiro de Deus?



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